Na geometria do amor, tudo é triangular.
Para cada Júlio César e Cleóprata exite um Marco Antônio, para cada Rei Arthur e Guinever existe um Lancelot...
A língua do desejo é bifurcada, beijando dois mas amando um só.
O amor desenha linhas entre nós como um astrônomo delineando uma constelação a partir das estrelas, juntando pontos em padrões que não têm fundamento na natureza. A extremidade de cada triângulo tornou-se um mosaico de casos de amor. Vistos juntos, eles apresentam o padrão de uma rede e por detrás, fica o amor.
terça-feira, 15 de março de 2011
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